Levante
Quando se tem tudo Tem nada Tua vida anda No tempo mudo Rompe a vidraça
Por um engano? Talvez pirraça
Arde angústia Dói dói quase na carne Busque o cinzeiro E culpe a arte
A confusão trapaça O medo amassa A falsa certeza De um amor sem graça
Olhe e perceba A distância ingrata Separando os meios, Corroendo anseios Dentrodailusãodumcoraçãonumcastelodeareiafinaenquantoeletomaaspirina Sobrevivendoàdificuldadeenãotemendoasconsequênciasdetamanhaousadia
Siga sobre...além de acima
Escrito por Jousi às 02h38
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