Pena que minha letra seja péssima Mas servem para descrever esses olhos Profundos e intrigantes que sinto E observo hoje no gates Antes da nossa própria indiscrição Temos que sentir a descrição da nossa alma Pele que incomoda por dentro, subcutâneo da liberdade Esses olhos profundos me dão vontade novamente De ser alguém com ideais e propósitos como aquele alguém... Hoje não vive mais em mim Outrora fora um simples jovem rejeitado Para as profundezas da emoção
Festiva Brasília e debates, conversas obtusas São o algo mais Vá além Nothing matter more To be! But, siga-me
Mais profundos que os olhos São as intenções Rubras Enfoque ou enforque-se
Não pode fumar aqui em baixo Beber pode. Batatas, também. Mulheres conversam Celular... Palavras que escuto aos intervalos Pedaços que faltam Desconstrução de mim mesmo Cerveja como design. Redondo... Som dançante. Anos 80. Cadê o rock? Cadê Bauhaus? Chilli Peppers? Michael J.? Até que servia The Cure A cura pra essa noite é se divertir. Ao máximo Nada de tristezas. E rasteiras políticas! Somos mais que isso. Ela foi... será que volta? E sonha ao meu lado? Isto vai ser publicado. Um dia. Mas ainda não foi... O que ela quer? O que VOCÊ QUER?
Nada mais que o além Essa coisa de sermos nós mesmos Já nos levou e vai além Com senso crítico de situação houhouhou
Que nos levam. Plumas no redemoinho da vida Porque só querer não adianta O calabouço tem grades Mas as grades não impedem Gates não impõem o silêncio E música e escada e gente do mundo Que se perdem e aqui entre gates Se encontram Desencontros da vida